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23ª Edição  - 17-18 de Junho 
Hotel Windsor Oceânico 
Horário: 9h às 18h 
R. Martinho de Mesquita, 129 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 22620-220

Complementaridade Energética: ENASE 2026 Debate Biomassa, Nuclear e Hidrogênio Verde para Matriz Resiliente

Painel reuniu especialistas para discutir integração de fontes, planejamento de longo prazo e estratégias para segurança energética

No painel "Complementaridade Energética", especialistas destacaram como biomassa, energia nuclear e hidrogênio verde podem fortalecer uma matriz mais resiliente, confiável e preparada para a transição energética.

Integração de Fontes e Tecnologias

A premissa é que a segurança energética do Brasil depende de uma combinação inteligente de fontes e tecnologias. Moderado por Roberto Falco, Diretor Geral da Accenture, o painel reuniu especialistas para discutir os desafios e oportunidades para uma matriz elétrica mais segura, flexível e sustentável.

O debate contou com a participação de Luis Viga (ABIHV), Leonardo Santos Caio Filho (COGEN), Paulo Squariz (Suzano Papel e Celulose), Raphael Ehlers dos Santos (Eletronuclear) e Luiz Rodrigues (GNA), abordando temas como o papel da biomassa, da energia nuclear, do hidrogênio verde, da cogeração e da inovação na evolução do setor energético.

Visão Sistêmica e Planejamento

Os especialistas reforçaram que o futuro da matriz brasileira depende da conexão entre diferentes tecnologias e cadeias produtivas. Destacaram a importância de políticas com começo, meio e fim, capazes de estimular investimentos, inovação e competitividade.

Para os participantes, a transição energética exige mais do que novas fontes: exige uma visão integrada, com planejamento, regulação e estratégias de longo prazo.

Avaliação Sistêmica das Fontes

O debate reforçou que fontes como biomassa, cogeração, energia nuclear e hidrogênio verde devem ser avaliadas de forma sistêmica, considerando seus impactos em diferentes setores da economia — como indústria, fertilizantes e novas cadeias tecnológicas.

Estratégia para Desenvolvimento Sustentável

Os especialistas defendem que o desafio não é apenas definir incentivos, mas construir uma estratégia que transforme potencial energético em desenvolvimento sustentável e competitividade para o Brasil.

A discussão reforçou que a transição energética brasileira depende da integração de diferentes soluções, combinando recursos naturais, diversidade tecnológica e investimentos para ampliar a segurança e a competitividade do sistema.