Complementaridade Energética: ENASE 2026 Debate Biomassa, Nuclear e Hidrogênio Verde para Matriz Resiliente
Painel reuniu especialistas para discutir integração de fontes, planejamento de longo prazo e estratégias para segurança energética
No painel "Complementaridade Energética", especialistas destacaram como biomassa, energia nuclear e hidrogênio verde podem fortalecer uma matriz mais resiliente, confiável e preparada para a transição energética.
Integração de Fontes e Tecnologias
A premissa é que a segurança energética do Brasil depende de uma combinação inteligente de fontes e tecnologias. Moderado por Roberto Falco, Diretor Geral da Accenture, o painel reuniu especialistas para discutir os desafios e oportunidades para uma matriz elétrica mais segura, flexível e sustentável.
O debate contou com a participação de Luis Viga (ABIHV), Leonardo Santos Caio Filho (COGEN), Paulo Squariz (Suzano Papel e Celulose), Raphael Ehlers dos Santos (Eletronuclear) e Luiz Rodrigues (GNA), abordando temas como o papel da biomassa, da energia nuclear, do hidrogênio verde, da cogeração e da inovação na evolução do setor energético.
Visão Sistêmica e Planejamento
Os especialistas reforçaram que o futuro da matriz brasileira depende da conexão entre diferentes tecnologias e cadeias produtivas. Destacaram a importância de políticas com começo, meio e fim, capazes de estimular investimentos, inovação e competitividade.
Para os participantes, a transição energética exige mais do que novas fontes: exige uma visão integrada, com planejamento, regulação e estratégias de longo prazo.
Avaliação Sistêmica das Fontes
O debate reforçou que fontes como biomassa, cogeração, energia nuclear e hidrogênio verde devem ser avaliadas de forma sistêmica, considerando seus impactos em diferentes setores da economia — como indústria, fertilizantes e novas cadeias tecnológicas.
Estratégia para Desenvolvimento Sustentável
Os especialistas defendem que o desafio não é apenas definir incentivos, mas construir uma estratégia que transforme potencial energético em desenvolvimento sustentável e competitividade para o Brasil.
A discussão reforçou que a transição energética brasileira depende da integração de diferentes soluções, combinando recursos naturais, diversidade tecnológica e investimentos para ampliar a segurança e a competitividade do sistema.


